Ecologia
Yngrid, Rebecca / October 2022 (430 Palavras, 3 Minutos)
Relações ecológicas
É a relação entre dois (ou mais) indivíduos da mesma, ou de diferente espécieis, podem ser harmônicas, desarmônicas ou neutras (para um dos lados).
São classificadas em:
Intraespecifica
Relações ecológicas dentro da mesma espécie.
Colônia
Seres ligados anatomicamente com diferentes funções. (+/+)
Sociedade
Seres separados anatomicamente com diferentes funções. (+/+)
Canibalismo (+/-)
Um ser se alimenta do outro.
Competição (+/-)
Concorrencia por alimento, espaço e outros motivos.
Interespecifica
Relações ecológicas com diferentes espécies.
Comensalismo (+/0)
Um ser se alimenta dos restos de outro ser
Protocooperação (+/+)
É uma relação boa para ambos, porem não é obrigatoria (Podem viver separados)
Mutualismo (+/+)
É uma relação obrigatoria para ambos (se separarem, ambos morrem)
Inquililismo (+/0)
Um ser busca abriga em outro ser, sem prejudica-lo.
Parasitismo (-/+)
Um parasita rouba os nutrientes do seu hospedeiro, o matando lentamente.
Competição (+/-)
Competição entre duas espécies distintas para obter alimento, abrigo, etc.
Amensalismo (-/+)
Algum ser libera uma substancia/toxina para inibir o crescimento de outros seres (Leia mais sobre a penincilina).
Potencial Biótico
É a capacitade do ser de se reproduzir. Essa capacidade é limitada pelo meio (resistência do meio) em que o ser está inserido.
O que impede uma super explosão na população de um organismo são os FATORES LIMITANTES do meio ambiente, que podem ser fatores bióticos ou seja, aqueles relacionados com os organismos vivos do meio ambiente e suas relações, ou fatores abióticos, que são aqueles que dizem respeito aos aspectos físicos do meio ambiente como, temperatura, PH, salinidade, minerais entre outros.
A sua curva populacional tende a ficar estavel, com uma linha em “S”, na horizontal.
Sucessão ecológica
Processo gradual e progressivo de mudanças na comunidade de um ecossistema até que se estabeleça uma comunidade clímax.
É uma sequência de alterações graduais e progressivas na comunidade de um ecossistema, as quais podem ocorrer após uma pertubação ou após o surgimento de um novo habitat.
Sucessão primaria
Ambiente recem formado, em que anteriormente não haviam sido ocupados. É ocupado primeiramente por seres menos exigentes (pioneiros), como bacterias, fungos, linquens e musgos. São as espécies que se produz muito e se usa pouco.
Sucessão segundaria
Acontece em áreas que já apresentaram uma comunidade. Nesse caso o que se observa é que aquela área sofreu algum tipo de distúrbio, o que causou a destruição de sua comunidade original.
Estágios da sucessão ecológica
A sucessão ecológica pode ser dividida em três estágios: comunidade pioneira, comunidade intermediária e comunidade clímax.
Comunidade pioneira
É formada pelos primeiros organismos que se instalam em uma região, como os líquens e musgos em rochas. De uma maneira geral, as espécies pioneiras apresentam como características: o crescimento e amadurecimentos rápidos, fácil dispersão e brotos que são intolerantes à sombra. Essas características tornam as espécies pioneiras organismos com grande capacidade de colonização.
O desenvolvimento da comunidade pioneira está diretamente relacionado com o das comunidades intermediárias. Algumas vezes observamos que a comunidade pioneira é responsável por facilitar o desenvolvimento de outras espécies, uma vez que é responsável por aumentar, entre outros fatores, a biomassa da região.
Produzem muito e usam pouco
Comunidade intermediaria
É aquela que se apresenta como uma comunidade de transição, em que é observado um aumento na diversidade, com espécies um pouco mais complexas, porém o ecossistema ainda não atingiu seu auge.
Comunidade clímax
É aquela em que se observa o auge da diversidade em um ecossistema. Nessa comunidade o que se percebe, geralmente, é uma maior biomassa e também uma teia alimentar mais complexa do que nas outras comunidades.
Produz muito e consome muito.