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Positivismo, crize da razão e materialismo historico e dialético

Positivismo

O pensador Alguste Comte inaugurou o positivismo, diferente da metafísica ela não pretendia investigar a realidade em busca de causas e fenômenos, mas com o objetivo de identificar as leis gerais do funcionamento dos fatos.

Para Comte a história revela uma progresso da razão humana, o qual passam em três estágios:

Estado teológico ou fictício

Seria a “infância”, o qual as pessoas explicam os fenômenos naturais com explicações sobrenaturais.

Estado metafísico ou abstrato

A “juventude”, o qual as explicações transmudavam para algo mais abstrato.

Estado da maturidade, positivo ou científico.

É sobre a necessidade de descobrir as leis naturais para compreender, mensurar e prever os fenômenos.

Controversia

Para o positivismo, sempre os métodos científicos eram mais confiáveis dentro da escada do progresso, destacando pelo pilar a matemática, astronomia, física, química, biologia, sociologia e o ápice da evolução a MORAL.

O lema positivista, usado em parte pela nossa bandeira é o “amor, ordem e progresso”, o que implicava o respeito às instituições e a ordem social vigentes.

Mas pense e reflita: Toda transformação social é um progresso como pensa Comte? E o nazismo? O Holocausto brasileiro? Os sistemas análogos a escravidão hoje em dia?

Materialismo historico e dialético

É importante lembrar que o socialismo criado por Marx se enquadrava no sistema da época, mas que hoje em dia, pelos nossos métodos de produção é inviável aplica-lo.

Para Marx as pessoas e seu pensamento critico estava alienado a produção de meios materiais, e por isso estamos fardados a alienação. Para ele o proletariado deveria fazer uma revolução e adotar a ditadura do proletariado que viria a se tornar o comunismo.

Lembrete o livro mais famoso de Marx não é o manifesto comunista, mas sim, o capital.

Crise da razão

Nietzsche acreditava que o conhecimento e as habilidades científicas entraram em defasagem na transição do século XIX para o XX. Nietzsche buscava separar a ciência dos fundamentos religiosos ou Metafísicos dizendo em uma das suas obras que Deus estava morto. Ele não acredita em uma verdade absoluta e permanente, por isso era sempre preciso colocar o conhecimento científico sob a crivo da dúvida, da desconfiança. Caso não, e contando somente com a previsibilidade e a racionasse seremos fadados ao erro.

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